terça-feira, 27 de julho de 2010

Lançamento da expedição Way Down para a Terra do Fogo

Em primeiro lugar, aproveitando que o Brasil já lançou o logo da Copa do Mundo de 2014, queremos lançar o logo da nossa expedição WAY DOWN 2010 para a Terra do Fogo. Já está marcada para Outubro, "A" viagem de moto desse ano: Uruguay, Argentina (Ushuaia), Chile (Santiago e Deserto do Atacama), nessa ordem. Aguardem mais detalhes aqui mesmo no blog, convido-o a seguir o blog para receber as notícias.



















Quando a meteorologia prometeu sol e calor para o final de semana, os “motoqueiros” já se agitaram e começou a troca de emails para darmos uma volta no sábado; o Márcio nos convidou para irmos comer uma chuleta num posto na Regis Bittencourt e lá fomos nós, provar de novo, que a meteorologia é uma ciência sim, mas de uma exatidão muito duvidosa: muita garoa e até chuva no caminho; mas nem chegamos a molhar, o Rodrigo estava na garupa e também não molhou nada! Destaque para a participação do Brejão, amigo de longa data que eu não encontrava a tempos e para o Daniel que ficou sentou na Harley do Brejão para secar o sovaco e não queria mais sair, acho que a próxima moto dele vai ter varal também. Espero que seja depois da expedição Way Down!!!


Uma nota sobre o CCL2010: largou na sexta-feira (23/Jul) e está agora em Búzios aguardando condições meteorológicas para seguirem viagem para Vitória. Sim estão atrasados, mas se saírem logo ainda dá tempo de chegar e partir de Vitória para Abrolhos na data programada.

Grande abraço!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Largada do CCL2010

Hoje eu falei com o Cmdte Rogério e há rumores de que o Cruzeiro Costa Leste não largue nesta terça; pode ficar até para sexta-feira. Haverá uma reunião hoje a tarde para definir isso. Enquanto não decidem, estou postando um vídeo com a minha curta participação nesse CCL2010.
 
Grande abraço a todos!


domingo, 18 de julho de 2010

Férias de Julho de 2010


BARILOCHE - Cerro Catedral

Depois de uma semana de férias em Bariloche, esquiando com a família, onde ficamos hospedados num resort muito legal chamado Rupu Pehuen com macieiras carregadas de frutos bem na porta do nosso chalé, voltei às fainas do mar.

Detalhe importante foi ter assistido ao segundo tempo do jogo da Argentina com a Alemanha, num bar do Cerro Catedral, cercado de argentinos; grande foi a decepção de ver o Brasil cair diante da Holanda, mas pelo menos vimos os hermanos tomarem “de 4” da Alemanha, o que aliviou um pouco nossa vida, que eu achei estar em perigo quando o Rodrigo comemorou comigo o terceiro gol alemão!

ABVC - CCL 2010

Vou dar a fórmula para uma navegada bem ruim, daquelas de você querer ver o mar só da praia: acorde cedo e vá trabalhar, daí almoce e pegue a estrada para o litoral, dirija cinco horas debaixo de chuva e embarque imediatamente, sem jantar, para encarar à noite um mar de ressaca com ondas de 3 a 3,5 mts! Já peguei mar pior, mas nunca passei tão mal. Foram 150km de um balançar ingrato e cansativo pra quem ainda não tinha se ambientado ao balanço. Dados desse trecho: 78,2 milhas navegadas em 15h14min com média de 5,1knots.

Agradeço à paciência do Rogério, comandante do Gameio, que apesar de também não estar 100%, tocou o barco (literalmente) e nos levou em segurança do Bracuhy ao Iate Clube do Rio de Janeiro, de onde largará o Cruzeiro Costa Leste 2010 (www.abvc.com.br). Digo largará, pois a previsão de largada era ontem (Sábado, 17/Julho), mas com o mar ainda de ressaca com ondas de 4mts a cada 8seg, decidiram adiar e aguardar melhores condições ambientais. Pena pois eu tinha planejado participar do trecho Rio-Búzios, mas não contava com esse atraso.

O ICRJ e o pessoal da ABVC fizeram a viagem valer à pena. Os 63 barcos, com muitos comandantes conhecidos e a maioria ainda desconhecidos pra mim, confraternizando naquele lugar maravilhoso ao lado do morro da Urca, é de uma energia tão boa e contagiante que não dá vontade de ir embora.

Teve churrasco na quinta à noite e o jantar oficial de abertura na sexta-feira, com direito a frevo, executado com maestria por uma passista vinda direto de Recife. Parabéns ao Governo pernambucano por fazer um trabalho tão esmerado de divulgação do turismo; destaco ainda que todos os participantes do jantar receberam uma bolsa de praia com folhetos apresentando as belezas do estado.

Fui... e já voltei!!!


quinta-feira, 11 de março de 2010

Regata Angra-Rio


Partimos às 23h00 do dia 22/Out de Ilhabela a bordo do H2Óia, o Cal 9.2 do capitão Hill, utilizado para eventos e treinamentos, e também para a diversão da família Hill. Nosso destino era a sub-sede do Iate Clube do Rio de Janeiro em Angra dos Reis. Éramos seis à bordo, sendo que apenas um sabia de verdade o que estava fazendo, enquanto sua tripulação estava lá mais pelo aprendizado de navegação do que pela disputa da regata. Foi uma travessia tranqüila, com pouco vento e um tanto de motor pra chegarmos; a passagem pela ponta da Joatinga não ofereceu nenhuma dificuldade, pois havia pouco vento, pouco mar e passamos ao largo.

Dormimos no Iate Clube do Rio, em Angra, e no dia seguinte partimos para a regata Angra-Rio. Após uma largada bem legal (é sempre uma festa) adotamos uma estratégia de ir para o meio do canal entre Angra e Ilha Grande mas o vento se foi e ficamos lá à deriva esperando um petroleiro nos albarroar (o que quase aconteceu) e depois de uma hora boiando, conseguimos um ventinho que nos levou para leste, ao dobrar a ponta de Sepetiba e aproar para o Rio, a noite caiu e o dia levou o vento embora; foi uma noite de contemplação, pois era só o que dava pra fazer. Pela manhã o vento voltou e finalmente pudemos velejar, era uma cabeça de frente fria e quando chegamos ao Rio de Janeiro, fomos realmente empurrados pela frente que subia o litoral, fazendo nosso barco surfar nos carneirinhos da popa. No final terminamos a regata marcando um tempo de 29h e vários minutos, mas com poucos adversários, já que outros barcos desistiram por causa da falta de vento, fomos sagrados campeões da categoria. Uhú! We are the champions!!!

Nosso capitão Hill teve a honra de encontrar o primeiro homem a circunavegar o globo sozinho e sem escalas, Sir William Robert Patrick "Robin" Knox-Johnston, que participou de uma regata ao redor do mundo, a Sunday Times Golden Globe Race, entre Junho de 1968 e Abril de 1969 em um veleiro de 32 pés (o menor da competição) e venceu. Na foto, a chegada do veleiro Suhaili em Falmouth. Sir Robin Knox-Johnston estava no ICRJ para divulgar a regata Clipper Round The World Race que ele idealizou para que todos possam ter a oportunidade de participar de uma regata de volta ao mundo. (saiba mais em http://www.clipperroundtheworld.com).

E por falar em lendas marítimas, estou lendo o livro "A incrível viagem de Shackleton" do escritor Alfred Lansing, e fiquei emocionado com o depoimento de autoria de um dos tripulantes do Endurance: "Para a liderança científica, o melhor é Scott; para viajar depressa e com eficiência, Amundsen; mas quando você está numa situação perdida, quando parece que não há mais saída, ponha-se de joelhos e peça a Deus que seu chefe seja o Shackleton." E para não ficar a impressão de que os super-homens não tem medo, leia esse trecho sobre suas dúvidas quando ele estava a caminho da Georgia do Sul tendo deixado a maior parte da sua tripulação esperando seu retorno na Ilha Elephant: "A verdade é que ele se sentia fora do seu elemento. Já provara seu valor em terra. Demonstrara, além de qualquer dúvida, a capacidade de opor sua tenacidade incomparável aos elementos - e vencer. Mas o mar era um tipo diferente de inimigo. Ao contrário da terra, onde a coragem e a simples vontade de resistir são muitas vezes decisivas para a sobrevivência, a luta contra o mar é um ato de combate físico, e não há como furtar-se a ele. É uma batalha que se trava contra um inimigo incansável, em que o homem nunca chega a ser o vencedor; o máximo que pode ambicionar é simplesmente não sair derrotado."

E, um pouco menos poético, mas com efeito bastante prático, cito a máxima do amigo Dorival, de que: "O mar não tem cabelo!", ou seja, não há onde se agarrar na hora do aperto...

Grande abraço e que Deus os acompanhe em suas navegadas!


quarta-feira, 1 de julho de 2009

Sonhos, planos e projetos

A moto já decorou o caminho pra Paraty, esse é o problema, só estou indo pra lá agora! E da última vez, três semanas atrás, eu consegui tomar duas multas, uma delas do tipo “surpresa” porque só chegou recentemente pelo correio. A outra não, foi presencial mesmo, o gentil policial Carvalho fez o seu dever e me tascou uma punição porque ultrapassei uma fila de carros onde não podia. É que como a moto se move mais rápido e é mais ágil que os carros, tem lugares onde ultrapassar de carro seria impensável e perigoso, mas de moto você vem e passa e nem nota qual faixa tinha no chão. Mas a lei não anda de moto e não sabe dessas coisas, então... E eu nem fui irônico quando chamei o policial Carvalho de gentil, ele ainda podia tascar outra multa em mim por causa dos pneus, se bem que nesse caso eu estava vendo o copo meio cheio e ele o copo meio vazio, a discussão ali ia ser boa, mas ele resolveu não onerar demais a parada!

Foi uma pena eu estar sozinho, é mais legal quando essas desventuras tem testemunhas. A última vez que fiz um passeio legal com os amigos foi para o sul das Minas Gerais. Saímos bem cedinho de Santo André, eu, o Marcão e o Dorival, passamos por Pouso Alegre e fomos até Poços de Caldas, onde tiramos essa foto ao lado do relógio floral, e depois fomos para Vargem Grande do Sul filar um churrasquinho na casa do Mineiro, e rolou até um banho de piscina. E ainda voltamos antes do anoitecer. Às vezes é bom se locomover rápido!

Duas semanas atrás, voltei pra Vargem, mas aí levei a família de carro, pois já passou da hora de apresentar a nossa preciosa filhinha para o seu bisavô; e o Zoti ficou todo faceiro com a nenê no colo pra tirar umas fotos; dá só uma olhada na alegria dos dois.

Aprendi num livro essa semana que um sonho com cronograma vira um plano, e daí basta adicionar um orçamento pra ter um projeto. Então vou dizer uma coisa, tenho poucos sonhos, porque quando quero alguma coisa eu já cuido de botar uma data ou no mínimo estabelecer um prazo, o que transforma meus sonhos todos em planos. Foi assim com minha mulher, assim que fiz um ano de namoro, ainda nos meus 19 anos, marquei a data do casamento (virou plano) e uns poucos anos antes da data, fizemos as contas do orçamento (virou projeto) e aconteceu!

E vai ser assim com a nossa Boda de Prata, já faz muito tempo que combinei com a Márcia que nossa boda ia ser na mesma ilha do Caribe onde fizemos a lua de mel, só que voltaríamos pra lá com nosso veleiro (e se possível velejando), e olha aí, faltam onze anos e já temos o barco e boa parte da habilitação necessária. Ainda falta muito, mas esse projeto também está andando a contento.

Já tive sonhos que não decolaram, por exemplo, nunca voei de asa delta ou de parapente e não acredito que ainda vá participar de nenhum rali atravessando o país todo. São sonhos que povoaram minha cabeça por algum tempo, mas não receberam um cronograma e muito menos um orçamento, ficaram só no campo dos sonhos mesmos; talvez eu faça um vôo duplo algum dia só pra matar as lombrigas. Por enquanto vou usando o vento ao nível do mar, deve ser menos emocionante mas com certeza o prazer deve ser tal e qual!

Um abraço e bons ventos!


domingo, 7 de junho de 2009

Chegamos no Bracuhy


Esse negócio de blog ainda não pegou na minha veia, eu nunca lembro de postar as "aventuras" quando estou perto de um computador; sabe quando eu lembro? Quando estou pilotando a moto e absorto nos meus pensamentos, daí eu lembro mas não tenho como anotar então acabo esquecendo as pérolas do pensamento juliano...

Bom, ainda não contei pra vocês, mas a coisa de um mês atrás passei pelo primeiro grande stress a bordo quando ancorei na praia de Tarituba pra dormirmos e, por total falta de noção e de experiência, peguei uma poita de um pescador e ela não suportou o peso do nosso barco, se soltou e o barco acabou encalhado na praia; ainda bem que senti a primeira raspada da quilha na areia e depois de uns poucos minutos com o motor a toda, conseguimos arrastar o barco para fora do banco de areia e daí pegamos uma poita mais confiável mais longe da praia; o problema é que depois do susto, quem é que conseguiu dormir? Só a Gabi! Mas foi bom pra aprender: se não tiver certeza da qualidade da poita, jogue sua própria âncora pra garantir!

Ontem fomos de Paraty até Angra dos Reis e passamos pelo Pirata's Mall pra comprar
 uns suprimentos antes de irmos procurar um ilha abrigada para o pernoite. 
Como o tempo não estava muito bom, durante a velejada com ventos de 12 a 15 nós, e ondas de 1 metro, apesar de estarmos numa velejada folgada pra evitar que o barco adernasse demais, fazíamos de 6 a 7 nós e o balanço afetou a parte feminina  da tripulação, que fizeram a estréia dos vômitos à bordo. Ainda bem que era também a estréia no novo tapete que segurou a onda. Quando chegamos na marina do Pirata's já estava tudo jóia e no pernoite nem lembrávamos mais das desventuras. Dormimos em Itanhangá, num lugar muito abrigado e muito tranquilo; de manhã chegamos na marina do Bracuhy num instante pois é bem pertinho, e aportamos na Tlaloc pois vamos instalar um toldo no Ausgang pra aumentar nosso conforto , principalmente quando o tempo está assim ruim, pois irá protegrar muito mais das chuvas.
No próximo final de semana, feriado de Corpus Christi, haverá o Encontro Anual da ABVC na Marina Bracuhy e nós vamos participar. Por falar em Bracuhy, ficamos encantados com o lugar, é de longe a melhor estrutura náutica que eu já conheci no Brasil, todos as casas à beira do rio tem o seu próprio trapiche e vimos todo tipo de barco ancorado nas casas. Apesar de não dar pra comparar, me lembrei de Miami com aquelas casas lindas e os iates ancorados por todo o canal; porém Bracuhy tem um charme, um ar intimista, de coisa entre amigos, que Miami com toda aquele grandiosidade e riqueza, não tem como rivalizar. E cá entre nós, saindo do Bracuhy, você tem toda a bahia de Angra dos Reis pra passear, com as famosas 365 ilhas (364 + a Ilha de Caras); e saindo de Miami você tem o quê? 

Até mais e bons ventos a todos!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Melhor que isso não fica...


No final de semana passado eu fiz mais um maravilhoso bate e volta até Paraty pois precisava arrumar algumas coisas no Ausgang e tinha marcado com os fornecedores de encontrá-los na marina.

Fui de moto, é lógico, e no caminho, o de sempre: curva pra lá, curva pra cá, e em poucas horas já estava lá. Fui sozinho de novo, já está se tornando uma constante os amigos não encararem o passeio, será que é tão longe mesmo? Durante a viagem estava me divertindo com as lembranças de ótimos momentos a bordo, que ocorreram nas últimas semanas: a Gabriela e a Márcia já estão começando a se sentir em casa, e é muito legal ver que esse é um programa bem família mesmo; já com o Rodrigo, o "papo" é mais profundo, durante as velejadas a gente se pega olhando um pro outro, e um diz: "melhor que isso não fica" e o outro só emenda um preguiçoso: "Ééééé..." - no início eu dizia a frase completa: "Sabe filho, a vida não fica muito melhor que isso, não!!!", mas agora a gente já abreviou!

A última velejada teve ótimos ventos em torno de 12 nós, com algumas rajadas mais fortes enquanto voltávamos da Ilha Grande, o resultado foi que a vela mestra apresentou diversas avarias pois já estava com as linhas um tanto quanto velhas e já podres, e daí tive que mandar arrumar, não teve jeito. E a genoa I já estava detonada então foi junto no pacote pro conserto.

Pra quem gosta de detalhes, estivemos às voltas com um problema de energia normal para quem tem barco; o nosso barco estava equipado com um inversor que convertia energia 12V das baterias em 110V para ser usado pelo forno de microondas e pela TV/DVD, mas isso nunca funcionou pois quando tentei ligar o inversor queimou e devido ao alto consumo de baterias eu desisti de colocar outro, daí esses equipamentos só podiam ser usados enquanto estivéssemos na marina conectados na energia 110V do píer flutuante. Foi quando um amigo da marina, deu a dica de um aparelho de TV da AOC que funciona nativamente com 12V podendo ser ligado diretamente à bateria e com baixo consumo, em torno de 65watts. Daí foi só trocar o CD player automotivo, por um DVD player automotivo e pronto, quase tudo resolvido, exceto pelo forno de microondas, que nem é muito usado e então não fará falta nos passeios (estou pensando em usar aquele espaço para um ar-condicionado). Agora é só aumentar o número de células solares pra não esgotar as baterias, que estará tudo do jeito que eu idealizei.

Sabe, andar de moto é delicioso, mas já está tudo tão arrumadinho e existem tantas soluções prontas pra tudo que é problema, que sobra pouca coisa pra exercitar a sua criatividade e a necessidade masculina de ter um passatempo construtivo, onde você pode fazer coisas de que se orgulhe mais tarde.

Além dos filhos, é lógico; até porque criar filhos não é passatempo, não é mesmo? Esse tem sido o projeto mais longo e desafiador da minha vida, e até agora parece que estamos fazendo um bom trabalho, meu filhão é ótimo, muito aplicado, educado e divertido; o que queremos hoje é tentar reproduzir isso com a Gabrielinha, que tem um temperamento bem diferente e será um desafio maior, eu acredito! Mas isso é material para outro capítulo.

A volta de lá eu fiz por Caraguatatuba subindo a Rod. Tamoios, e apesar de ser uns 5km mais perto, demora uns 20 min a mais pois tem muito trânsito urbano, lombadas e transeuntes entre Ubatuba e Caraguá. Indo pela serra de Taubaté, que termina em Ubatuba, é mais rápido e a parte do planalto da Osvaldo Cruz é mais divertida que o planalto da Tamoios, mas há que se considerar que a serra da Tamoios tem umas curvas deliciosas, principalmente se você está subindo; apesar da fama e de eu ter adorado a Serra da Graciosa no Paraná e ter me impressionado com a Serra do Rio do Rastro em Santa Catarina, essa serra de Caraguá eu acho ainda mais linda, ainda mais no outono com o céu limpo que eu peguei nesse final de semana; o visual é de tirar o fôlego, confira! Se bem que é meio injusto nem mencionar a serra do mar indo pela Rod. Anchieta, é que é tão carne-de-vaca que a gente nem fala mais, mas é um visual estupendo quando as condições meteorológicas são boas; sem nuvens e com céu claro, temos a visão de toda a Ilha de São Vicente onde fica a cidade de Santos e também dos rios e do oceano ao longe; já parei inúmeras vezes pra fotografar aquele visual, uma hora vou procurar nos arquivos e postar uma foto bem legal dessa serra, pra quem ainda não se deu ao trabalho de analisar sua beleza.

Um abraço e até a próxima!