segunda-feira, 11 de junho de 2018

Velejada em Paraty no feriado de Corpus Christi

No último feriado de Corpus Christi fomos velejar em Paraty num barco alugado da Wind Charter, um barcão da Jeanneau, um Sun Odyssey 439 chamado Papagaio.

O roteiro foi um apanhado de ótimos lugares que existem da baía de Paraty:



Já fazia um tempo que não visitávamos o Pouso da Cajaíba, mas o tal pastel de pitú continua sendo uma lenda, pois não tinha novamente, porém provamos o pastel de arraia, que é muito bom!

O pessoal foi visitar a cachoeira e apesar do frio teve uns corajosos que entraram na água!


Pouso da Cajaíba









Ilha do Cedro, Bar do Nélson!



O Papagaio com a tripulação no convés!


























A Gabi leu o livro das filhas do Amyr Klink, "Férias na Antártica", onde elas contam sobre as 5 expedições que fizeram ao continente gelado à bordo do Parati 2; e daí quando ela viu o barco na marina, quis subir e registrar o momento. 








quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Paris Jan/2018

Terminando nossa viagem de férias da Suiça, nós passamos três dias em Paris, onde pegamos o vôo de volta pra casa. Na viagem de carro de Paris pra Lenzerheide, a gente parou para dormir em Langres, no Hotel Resto Novo onde não tinha uma viva alma que falasse inglês, daí foi no francês macarrônico mesmo! Langres tem uma vila murada no topo de uma colina, bem no estilo medieval, parece ser bem bonita mas estava chovendo bastante então tudo fica com uma cor esquisita!

A estada em Lenzerheide está no capítulo anterior deste blog!

A viagem de volta para Paris também foi muito tranquila, foram 700 e poucos quilômetros, como de São Paulo para Florianópolis, só que com estradas muito melhores e limite de 130km/h (pedágios só na França, a Suíça não sabe o que é isso); saindo de Lenzerheide nós decidimos pegar outro caminha e passamos em Davos para conhecer e depois paramos em Zurique para almoçar e comprar um jogo de tabuleiro que nossas anfitriãs nos apresentaram, chama-se DOG e é muito legal, jogamos várias partidas à noite, à beira da lareira (ahhh que saudade!!!).

Em Paris ficamos no Hotel Mercure em Montparnasse, na Rue Gaitê, que é cheia de cafés e tem vários teatros, inclusive um deles é praticamente debaixo no nosso hotel. Esse é um bairro bastante boêmio e muito bem localizado, a galeria Lafaiete ficava a dois quarteirões de distância, o Quartier Latin a uns 3km e para os Jardins de Luxemburgo dava pra ir à pé, a uns 20min de caminhada!



Gabriela numa feira livre com cara de nojinho por causa das ostras!

Abaixo várias fotos na Torre Eiffel, onde subimos até o topo e depois descemos desce o segundo nível até embaixo a pé porque as filas dos elevadores estavam grandes demais!
Vale uma nota aqui: além de todo procedimento pra conseguir entrar num avião, a visita a esse tipo de monumento também sofre muito com as suspeitas de atividades terroristas; a 20 anos atrás quando estive aqui pela primeira vez, a gente simplesmente passava andando por sob a torre sem qualquer restrição, mas agora a base está toda cercada, tem revista nas bolsas e detetor de metais e mais revista e detetor de metais se você resolver subir na torre - é uma porcaria de situação, graças à esse bando de intolerantes extremistas espalhados pelo mundo!












Acima a Avenida dos Campos Elíseos (Avenue Champs Elysées) e abaixo o Jardins das Tulherias (Jardin des Tuileries) a caminho da entrada do Museu do Louvre.












Digão na Place du Marché Saint-Honoré



Fotos na Place Vendóme (veja no Google Street View), aqui nessa praça fica o Ministério da Justiça e o Rodrigo me contou que assaltaram uma joalheria aqui nessa praça a alguns anos atrás, o que a gente não sabia é que 2 dias antes da nossas fotos havia ocorrido um roubo de jóias no Hotel Ritz aí na praça, olha só que coincidência! (link com notícia sobre o roubo).









Passeio no Pantheon de Paris onde estava havendo uma exposição da vida e obra da Marie Curie (Marie Skłodowska Curie, francesa naturalizada, nasceu na Polônia)! Eu gosto muito do Pantheon pois aqui ainda está instalado o Pêndulo de Foucault, assim chamado em referência ao físico francês Jean Bernard Léon Foucault, que é uma experiência concebida para demonstrar a rotação da Terra em relação a seu próprio eixo e foi instalado com permissão do próprio Napoleão Bonaparte. Outra coisa muito legal é que descendo às catacumbas do Pantheon você encontra os caixões de muita gente famosa do passado.






Rodrigo e o Pêndulo de Foucault em movimento!





Catacumbas do Pantheon.


Fomos visitar Roland Garros mas estava todo em obras, nem pudemos entrar no museu ou no gift shop; as fotos foram todas externas. Ainda assim foi emocionante ver o nome do Guga eternizado no granito ao redor da quadra principal (3x - 1997, 2000 e 2001), a Philippe Chatrier.







Em compensação o Nadal tem seu nome em 10 (DEZ) anos ao redor da Philippe Chatrier (ainda faltava eles colocarem o ano passado, 2017). E saindo de lá a gente se deparou sem querer com o campo do Paris Saint Germain (PSG) e tiramos algumas fotos; o bairro alí é muito elegante e repleto de prédios muito chiques.







Avenue Champs Elysées e o Arco do Triunfo construído em 1806 em comemoração às vitórias militares do Napoleão Bonaparte.





Acima o Centre Georges Pompidou



Foto na Pont Saint-Michel



Visita na Catedral de Notre-Dame de Paris (não entramos nela dessa vez porque a fila estava bem grande).




Essa estátua foi novidade pra mim, ela não existia da primeira vez que visitei aqui.







Fotos no nosso hotel, o Mercure Gaitê-Montparnasse e o café da manhã maravilhoso (agradável surpresa!).





Catedral da Notre Dame de Champs no Boulevard du Montparnasse a meio caminho entre nosso hotel e os Jardins de Luxemburgo. Essa igreja é como a Basílica de Nossa Senhora Aparecida (Nossa Senhora = Notre Dame, sacou?), ela tem um altar central.



Le Jardin du Luxembourg









Tava tendo regata no laguinho do Luxemburgo!!! (lol)




Paramos pra descansar no Quais de La Seine (Google Street View) e os barcos-casa do Port de Solférino. Fui comentar com os amigos velejadores sobre esse pessoal chique morando em barco no Rio Sena, no meio de Paris, e tomei nos dedos: "Ah, Paraty é muito melhor!"; "Não existe lugar no mundo melhor que a baía da Ilha Grande pra morar num barco!"; e por aí à fora!!!! Eu concordo com eles, Paraty rocks (yééé); mas que aqui é chique, é sim!!! (lol)